NOSTALGIA NERD #5

Eu sei que estou um pouco sumido do #Nostalgia, e tudo mais, mas foi uma fase meio ruim para mim, com muita coisa para fazer. Traduzindo: preguiça.

Mudando de assunto, vou falar de um dos jogos mais fantásticos do SNES. impressionante como os jogos do nostalgia são sempre os mais fantásticos. Um jogo lindo, divertido e com uma dificuldade meio estranha, porque quando eu era criança eu achava ele bem mais fácil que agora quando jogo novamente. Falo do Donkey Kong Country 3. Eu já começo a gostar do jogo pelo nome, me amarro em música Country, tá bom, eu sei que isso não tem nada a ver, e pelos personagens que são bem legais.

Neste Donkey Kong podemos jogar com Dixie (a Player 2 que se tornou Player 1, virou protagonista, e fica tirando onda com seus cabelos sedosos), ou com o Kiddy (primo da Dixie, que é um bebezão muito burro, porém forte), ou os dois se preferir. O jogo gira em torno de um fato ocorrido no jogo anterior, ao terminar o Donkey Kong 2 os personagens Donkey e Diddy saem para pescar e não voltam. ~mistééééério~ E os Kongs descobrem que na verdade o K. Rool sequestrou os dois. E é nessa bagunça que o jogo começa.

Mas o que me chama sempre a atenção são os inimigos, insetos que sofrerão algum tipo de mutação, objetos que parecem estar possuídos e coisas que não era para ter vida e tem até de mais, só pode ser isso. Começamos com um barril gigante que engole outros barrilzinhos e arrota, depois tem a aranha mutante, temos um bicho (que eu não sei o que é) que joga aguá pela boca, um robô e um boneco de neve possuídos pelo… “cara do porão”, um bicho de aguá que eu esqueci o que ele realmente é, e fiquei com preguiça de procurar no Google, e o jacaré cientista meio afetado. Devo ter me esquecido de algum, mas com esses já deu para entender a bizarreira que é.

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