NOSTALGIA NERD #9

O jogo desta vez é um beat ‘em up muito loco, divertido e engraçado. Engraçado de verdade. Mas o que seria um jogo de beat ‘em up? Eu explico:

“Beat ‘em ups são jogos eletrônicos focados no combate corpo a corpo contra muitos inimigos ao mesmo tempo. Geralmente estes jogos se desenrolam em cenários urbanos, onde a trama gira em torno do combate ao crime ou na vingança do protagonista, embora também há jogos com temas fantasiosos e históricos. Este gênero é notado devido a sua jogabilidade simples e a constante presença de modos cooperativos.”

Entendeu? Não? Vou exemplificar: lembra de jogos como: Double Dragon, Final Fight, Captain Commando ,Cadillacs and Dinosaurs, e outros neste estilo? Sim? Então, esses são os jogos de Beat ‘em Up.

Vamos ao que interessa? Let’s GO…

 

“GOD HAND”

Um nome envolvido neste fantástico projeto de “bater pra cima” é o Shinji Mikami, ninguém sabe quem é, nem eu, mas se esperarmos os créditos das sequencias de jogos do Resident Evil e Devil My Cry, veremos o nome desde doido lá como desenvolvedor. Referências são sempre bem vindas se falando de jogos. Falando nisso, o jogo publicado pela Capcom em 2006/2007 para o meu, o seu, o nosso lindíssimo PlayStation Two.

Bom, sobre a história de God Hand, basta disser que Gene (o protagonista que fica dançando o tempo inteiro) perdeu seu braço, e um deus chamado Hipoglifus deu um novo, só que com “a Força”, isso despertou a inveja em seus amiguinhos que resolveram bater nele e tentar (eu disse tentar), rouba o braço com “a Força”, inimigos esses comandados pelo irmão do deus que deu o braço. E o “Final Boss” é ninguém mais que seu amado irmão, com a “Evil Hand”. Tudo isso ao som de Surf Music. ~música desgraçada que colou na minha cabeça e não quer sair de jeito nenhum~

E sabe o que torna este jogo particularmente especial? É que o personagem é um Troll, ele avacalha o tempo inteiro, com sequência de golpes que misturam tapinhas na cara e chutes no… lá em baixo. Chama geral de loser, especiais que ele termina dando tapinha no bumbum do adversário, você pode pisar no inimigo caído no chão até ele morrer, você pode ficar esquivando dos golpes e deixar seu adversário roxo de raiva, resumindo, você tem a “Mão de Deus”, você pode tirar onde. (y)

O que me faz gostar muito de um jogo é a diversão que proporciona e aquela sensação de que o jogo está te desafiando, e de certa forma te chamando de fraco. Sabe? Isso me deixa doido. E subir de level neste jogo também me fez jogar, e jogar, e jogar, etc… Subiu de level? Legal, as mina pira. Continue batendo sem apanhar e continuará subindo de level, e pirando mais ainda as mina. Agora, apanhou? As mina não pira. E a seguinte mensagem aparecerá em seu televisor: “LEVEL DOWN!”. E para minha vergonha, o maior level que consegui, quase estourando minha tendinite, foi o cinco, mas em pouco tempo, “LEVEL DOWN!”, e só consegui me manter no level dois até o final. Subindo e descendo em raros momentos.

Mas não desanime, e não ligue muito para os gráficos, apenas divirta-se ao máximo com esse simples e emocionante jogo de “beat ‘em up”, ou briga de rua, se preferir.

 

@michellmendonca

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NOSTALGIA NERD #8

O jogo escolhido é o mais lindo e o mais fantástico de todos. O jogo escolhido é o melhor do mundo, e digo isso sem medo de errar. O jogo escolhido é a imagem da perfeição se tratando de jogos eletrônicos. E o prêmio de melhor jogo do mundo vai para… ~momento de suspense~

A grande magia do jogo é que só tem chefões, 16 ao total, e em sua maioria gigantes, e bem difíceis de matar. Vamos imaginar: “Você com seu cavalo, arco e flechas, e uma espada. Você corre umas meio hora de cavalo em um cenário lindo de mais, até que acha um Colosso, escala ele e mata ele.” Parece fácil, mas a parte de escalar e matar, as vezes demora um pouquinho. Tem uns que voam, outras estão na água, e outros parecem rinocerontes (que são dois, e os únicos que são “pequenos”) que na hora de matar me lembra muito esses negócios de rodeio. O que deixa o jogo mais fantástico ainda é que o cenário está tanto a nosso favor como a favor dos Colossos. Como a água, para os que nadam e o céu para os que voam. Parece meio óbvio, mas não, não é.

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NOSTALGIA NERD #7

Saudades do Nostalgia Nerd? Eu também senti. E muita saudade mesmo. Por isso voltei, e voltei nervoso, com um jogo nervoso, que eu joguei nervoso, em um console nervoso, dado por um cara nervoso.  #voltei!

Certo dia um garotinho lindo (eu), de apenas oito anos de idade estava em sua casa com seu papai, sua mamãe e suas irmãzinhas, todos felizes. Mas o papai um dia deu um presentinho que mudou a vida desta linda família (a minha família, óbvio), o Master System com Sonic na memória (já falei isso), e duas fitas: R-Type e o jogo nervoso “Spider-Man: Return of the Sinister Six”. Como de costume, um jogo fantástico e lindo. *.*

O Jogo foi lançado em 1992 pela Flying Edge para Sega, porque para o NES a produtora foi LJN (aquela do arco-íris). Os detalhes técnicos como de costume falar, não vou falar até porque a capa diz tudo. Mentira minha, a capa engana qualquer um. Resumindo: o jogo é um lixo.

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NOSTALGIA NERD #6

Essa nostalgia não seria uma nostalgia de verdade, até porque o jogo não é antigo (lançado em 2006), e não é tão falado como os outros jogos que já passaram por aqui, mas entre meus amigos de PS2, todos o tem como um desafio e o melhor jogo deste estilo, ou não.

O estilo de jogo, que gosto muito, é o “tiro em primeira pessoa”, como o clássico Medal of Honor para PSone, é claro. Pois este estilo para PSone era bem ruinzinho, mais em questão de gráficos, por que jogo de tiro se resume em basicamente uma coisa: atirar. E é isso que queremos em um jogo de “tiro em primeira pessoa” desde os primórdios.

Black é um dos jogos mais perfeito para PS2, com lindos gráficos, sons que deixam qualquer um assustado e uma jogabilidade que impressiona, onde o fácil é difícil pra caramba, mas depois que se pego o “jeito da coisa” você joga no modo Black (que poderia ser chamado de modo Hell) de olhos fechados. #mentira.

E o fantástico neste jogo é que tudo deve ser feito com estratégias, não adianta dar uma de Rambo e sair atirando em tudo que aparecer na sua frente que isso não vai dar certo, não adianta correr igual um doido em um campo aberto, pois geralmente possuem minas terrestres e atiradores em lugares que você só olha depois que levou um tiro, e não adianta se esconder em um lugar aparente mente seguro por que em Black, nenhum lugar é seguro até estarem todos mortos. E se duvidar os mortos se levantam e começam a te morder… Foi mal galera, viajei! Não há zumbis em Black. é uma pena, ou não.

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NOSTALGIA NERD #5

Eu sei que estou um pouco sumido do #Nostalgia, e tudo mais, mas foi uma fase meio ruim para mim, com muita coisa para fazer. Traduzindo: preguiça.

Mudando de assunto, vou falar de um dos jogos mais fantásticos do SNES. impressionante como os jogos do nostalgia são sempre os mais fantásticos. Um jogo lindo, divertido e com uma dificuldade meio estranha, porque quando eu era criança eu achava ele bem mais fácil que agora quando jogo novamente. Falo do Donkey Kong Country 3. Eu já começo a gostar do jogo pelo nome, me amarro em música Country, tá bom, eu sei que isso não tem nada a ver, e pelos personagens que são bem legais.

Neste Donkey Kong podemos jogar com Dixie (a Player 2 que se tornou Player 1, virou protagonista, e fica tirando onda com seus cabelos sedosos), ou com o Kiddy (primo da Dixie, que é um bebezão muito burro, porém forte), ou os dois se preferir. O jogo gira em torno de um fato ocorrido no jogo anterior, ao terminar o Donkey Kong 2 os personagens Donkey e Diddy saem para pescar e não voltam. ~mistééééério~ E os Kongs descobrem que na verdade o K. Rool sequestrou os dois. E é nessa bagunça que o jogo começa.

Mas o que me chama sempre a atenção são os inimigos, insetos que sofrerão algum tipo de mutação, objetos que parecem estar possuídos e coisas que não era para ter vida e tem até de mais, só pode ser isso. Começamos com um barril gigante que engole outros barrilzinhos e arrota, depois tem a aranha mutante, temos um bicho (que eu não sei o que é) que joga aguá pela boca, um robô e um boneco de neve possuídos pelo… “cara do porão”, um bicho de aguá que eu esqueci o que ele realmente é, e fiquei com preguiça de procurar no Google, e o jacaré cientista meio afetado. Devo ter me esquecido de algum, mas com esses já deu para entender a bizarreira que é.

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