#MusicMonday: Alabama Shakes

Heath Fogg (guitarrista), Zac Cockrell (baixista), Brittany Howard (vocalista e guitarrista) e Steve Johnson (baterista).

Alabama Shakes combina soul, rockabilly, blues e rock. E eu pensando que era uma banda country quando vi o nome pela primeira vez.

Conheci a banda de uma maneira muito bizarra e estranha, que não precisa ser descrita. E foi com essa música aqui:

Tudo começou em 2009, lá na cidade de Decatur, no estado do Alabama, na terra do Tio Sam. Brittany conheceu Zac e os dois começaram a escrever músicas juntos. Chamaram o Steve, e juntos gravaram algumas demos. Heath ouviu as músicas e pensou “Olha, aí, bacana. Quero fazer parte dessa banda também.” Assim, estava formada a banda The Shakes. A parte do “Alabama” veio depois que eles descobriram que havia uma outra banda chamada Shakes.

Em 2011 lançaram um EP, fizeram alguns shows, e em um desses shows Jon Pareles, do New York Times, estava presente e ficou maravilhado com a música que eles estavam tocando e até comparou a vocalista Brittany com Janis Joplin. Depois disso, obviamente, a banda ganhou mais reconhecimento pela mídia.

Em novembro de 2011, a banda assinou um contrato com uma gravadora e em abril de 2012 lançou seu primeiro CD.

Agora estão viajando pelo mundo tocando boa música. Que coisa linda.

CD ‘Boys & Girls’ aí pra vocês ouvirem.

 

@luanamiyuki: “bless my heart, bless my soul” – ♪

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#MusicMonday: The Temper Trap

Joseph Greer (teclado, guitarra, backing vocal), Lorenzo Sillitto (guitarra, backing vocal), Dougy Mandagi (vocais, guitarra), Toby Dundas (baterista) e Johnny Aherne (baixo)

O nome The Temper Trap é a combinação da música “The Lady is a Tramp” com o filme The Parent Trap. Conheci a banda através da trilha sonora de 500 Dias com Ela, com a música “Sweet Disposition”, que praticamente foi a percursora pelo sucesso e atenção que a banda começou a receber. Depois que ouvi “Soldier On” na trilha sonora de I Am Number Four, decidi que era hora de saber mais sobre a banda.

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#MusicMonday: A Música Que Mudou Minha Vida

Primeiro: este post não é exatamente sobre a música que a mudou a minha vida. Se bem que talvez tenha sido “Wonderwall” do Oasis, ou “Bohemian Rhapsody” do Queen ou “Rebel Rebel” do David Bowie. Ou talvez não seja nenhuma delas.

Segundo: este post é 2 em 1, já que me baseei em um livro. Falarei primeiramente do livro e depois entramos na parte musical, para que tudo faça sentido.

Esclarecimentos dados, vamos ao que interessa.

Tudo começou em 2010, quando descobri que ficaria sem internet por um bom tempo. A maioria das pessoas piraria, mas eu mantive a calma, obviamente depois de tacar fogo em algumas coisas e xingar muitas pessoas. Somente duas coisas me preocupavam: como eu iria fazer trabalhos escolares e o que raios eu iria fazer agora com tanto tempo livre? Pensei com meus botões e decidi que iria ler. Fui à casa de uma amiga e lá passei um dia inteiro baixando livros em PDF. Baixei As Crônicas de Nárnia, As Crônicas Vampirescas e mais um bando de livros que eu via pela frente, e entre eles estava um com o título A Música Que Mudou Minha Vida. Confesso que baixei ele só por causa do nome.

Por vários fatos que não precisam ser comentados aqui, só fui ler o bendito livro este ano. E fiquei encantada com a história e com a trilha sonora dele. Sim, um livro com trilha sonora!

A história é mais ou menos assim: Audrey termina com o namorado, ele fica amargurado e escreve uma música sobre o rompimento que faz com que sua banda fique famosa e, por consequência, Audrey acaba ficando famosa também e sua vida vira de cabeça para baixo. Ela é perseguida por paparazzi’s, revistas querem entrevistá-la, pessoas pedem autógrafos.. só que a única coisa que ela quer é sua vida normal para que possa ir a alguns shows de bandas desconhecidas que ela gosta.

O livro é bem juvenil, pra aquela galera “pré-adolescente”. Mas a história é muito divertida e vale a pena. A autora do livro é Robin Benway e o título original dele é Audrey, Wait! – que é o nome da música que faz com que a Audrey fique famosa e viva o inferno na terra.

Dada a sugestão de leitura, vamos ao que interessa neste post. As músicas!

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#MusicMonday: A Fine Frenzy

Alison Sudol

Depois de duas semana seguidas falando sobre trilhas sonoras, já estava mais do que na hora de falar de mais uma banda desconhecida pela maioria, mas amada pela minoria. No caso a minoria, eu me refiro a mim.

Pois bem, em 2008 havia aquele frisson sobre a adaptação cinematográfica do livro Crepúsculo. Sim, eu estou falando dos vampiros que brilham. Eu poderia ficar enrolando, explicando e tudo mais, só que ia ser muito blablabla. Vamos logo para a parte que interessa.

Encontrei um site onde estavam discutindo as músicas que provavelmente entrariam para a trilha sonora do filme. A Fine Frenzy estava na lista e eu resolvi ouvir. Desde daquele dia, meu gosto musical deu um update.

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#MusicMonday: trilha sonora da trilogia Transformers

Apesar de não gostar de nenhum filme da franquia Transformers, devo admitir que a trilha sonora é muito, muito, muito boa mesmo!

A pergunta que deve estar na sua cabeça neste momento: por que ela resolveu falar sobre isso agora?

Bem, crianças, a franquia Transformers terá um reboot. Igual ao que estão fazendo com o Homem-Aranha agora e o que o Christopher Nolan fez com o Batman.

A trilha é um compilados de músicas rock, de Goo Goo Dolls (calminho) até Avegend Sevenfold (mais pesado). Algumas poucas músicas tem um toque de eletrônico e algumas outras contém gritos que são tolerados e não te deixam surdo. Recomendo ouvir quando precisar daquela ajuda para acordar, ou quando estiver no carro, ou estiver lavando a louça ou até tomando banho.

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